domingo, 30 de outubro de 2011

Ajustando o foco

Alguns acontecimentos me fizeram mudar e ajustar algumas coisas na minha vida. Uma delas é este blog. Simples, singelo, sem muito "fru-fru", agora ele vai retratar minhas experiências, as relevantes, de forma que como ando vivendo experiências novas quase todos os dias, terão bastante coisa pra ler!

Farei um resumo dos últimos meses para colocá-los a par dos acontecimentos. Um belo dia larguei o emprego e decidi com  o meu marido mudar de estado. Destino: Rio de Janeiro. Chegamos aqui, encontramos uma casa do "nosso tamanho" e trouxemos nossas coisas, deixando para trás algumas coisas não-materiais que fazem falta.


Depois de alguns meses aqui até que sei me virar relativamente bem, sei ir nos lugares próximos, resolver coisas cotidianas sozinha (consultas médicas, supermercado, banco etc.). As vezes quando saio sozinha e olho ao meu redor ainda não acredito que moro aqui. É tudo tão diferente mesmo parecendo ser igual. Sinto falta das manhãs frias de São Paulo e até da frieza do paulistano que só pensa em trabalhar.

Mas acredito que as escolhas são feitas e cabe a nós ajustar o foco, nos ajustar. Pouco tempo depois da mudança viajei a São Paulo e lá descobri que a vida é muito mais que uma caixa de surpresas: estava grávida! Sim, uma vida dentro de mim! Sensação indescritível. Surreal.

Agora vivo as dores e as delícias de ser o berço de uma vida. Isso realmente mudou o meu mundo, as minhas prioridades... cada situação nos traz a necessidade de um ajuste e esta não é diferente.

O risco é a emoção, o risco é necessário para se provar coisas novas. Acordar e sentir o sol na pele, o vento nos cabelos e saber que cada dia traz a chance de arriscar e ser feliz. Eu arrisquei, não me arrependo.

Viva a sua vida pelo simples fato dela ser sua!

Carpe diem!


segunda-feira, 14 de março de 2011

De volta!

Para os poucos leitores deste blog boa (ou má) notícia: VOLTEI!! Após um longo recesso de muitos acontecimentos, acho que encontrei a minha criatividade que estava de férias.
Hoje estava aqui a relembrar o meu primeiro trabalho, quase escravo, onde eu era nada mais, nada menos que uma operadora de telemarketing! 




Mas antes de me odiarem, levem em consideração que eu era a pessoa que atendia as ligações e não aquela cidadã, com voz anasalada (sempre que me ligam é assim), que de forma mecânica te liga as 9 horas da manhã, no seu dia de folga para vender jornal, seguros, revistas com cupons de descontos e afins.
Por aquelas longas 6 horas diárias eu atendia todo tipo de pessoa e quando eu digo todo era todo meeeesmo! Haviam pessoas que nem sabiam o que queriam e que queriam que eu adivinhasse e resolvesse a situação! Ai de mim quando os meus poderes psíquicos falhavam!
E por ser conhecedora de todo o martírio que sofre um operador de telemarketing é que passei a ter mais paciência com eles e ser, na medida do possível, mais solidária. 
Mas numa bela manhã de Sol, típica da capital paulistana, estava no trabalho quando um ser, não sei de qual espécie, resolve me vender a assinatura de um jornal. Antes mesmo de eu ter tempo para dizer que não estava interessada, o operador entabulou um monólogo (se é que é possível entabular um monólogo) desenfreado como se estivesse narrando uma partida de futebol!
Quando ele parou de falar, possivelmente para respirar, eu disse suavemente: "olha, eu não tenho interesse", nesse momento aquele simpático operador se transformou e aos berros me disse: "você deixou eu falar todo esse tempo para só agora dizer que não quer?! Você acha que eu sou o que?! Idiota?!"
Eu fiquei perplexa! Nos meus não saudosos tempos de escrava do telemarketing, onde comia em menos de 15 minutos, não ia ao banheiro, o que por consequência me deu de presente uma bela úlcera e tendinite nos dois braços, eu NUNCA havia tratado um cliente assim. E olha que eles faziam por merecer!
Terminei a ligação dizendo que entendia a situação dele, que tinha metas para alcançar, mas que o que ele fazia era injustificável, que queria registrar uma reclamação e que prefiria falar com a URA a ter que falar com um operador mal educado, mal amado como ele!

Daquele incidente me recordo com total clareza da seguinte frase: "vou estar transferindo sua ligação para o setor competente estar registrando sua reclamação e a empresa estar te retornando com uma providência no prazo de 72 horas! Algo mais?"

E viva o gerundismo e o telemarketing!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Bom pra tosse?! É xarope!


É meus queridos e queridas. Se você aí com seu cônjuge, namorado(a), affair, peguete ou ficante já teve suas desavenças, saberá bem do que estou prestes a falar! 

Tem aqueles dias terríveis onde a vontade de estrangular, bater, arrancar os cabelos (entre outras partes) do seu parceiro predomina na sua mente? Mas mesmo com toda essa vontade, o máximo que consegue fazer é discutir, ir cada um para o seu lado e chorar, comer potes de sorvete, chocolates, biscoitos  e afins ao som de uma música bem, mais beeeem deprimente.

Pois bem, meus caros, para Ting Ting Perng, de 36 anos, de South Fort Myers, no estado americano da Flórida,  isso não foi suficiente!!! 

Esta mulher, num momento de loucura (assim queremos acreditar) tentou atear fogo no namorado! Mas não no bom sentido. Ting jogou xarope para tosse, que contém alcool em sua composição, sobre seu namorado e em seguida tentou atear fogo nele acendendo um isqueiro.

Como não estava satisfeita (quem no lugar dela estaria?!), lançou mão de uma faca de cozinha, fazendo veementes ameaças de queimar também a árvore de Natal! Diante disso, o namorado xarope se escondeu no quarto, de onde chamou a policia.

Com a chegada da polícia, Ting alegou que o namorado tentou estrangulá-la e que tudo isso, o fogo, o xarope, a faca e não menos importante, a ameaça a árvore de Natal, teriam sido em sua legítima defesa.

Após o exame de "corpo do Benito", a polícia verificou que não havia nenhum indício de tentativa de estrangulamento. Ting, foi liberada para responder em liberdade as acusações de violência doméstica e agressão.

Por isso, pense, continue escondendo os jogos de video-game favoritos do seu marido, levando-o a casa da tão adorável sogra no dia daquele jogo decisivo, negando sexo (porque não?!)... é bem menos trabalhoso e por vezes mais efetivo que atear fogo a relação de vocês!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Saudade

De acordo com o bom e velho Aurélio:
s.f. Recordação suave e melancólica de pessoa ausente, local ou coisa distante, que se deseja voltar a ver ou possuir. Nostalgia.

Sempre há algo na nossa vida que desperta esse sentimento. Tem dias que acordamos e lembramos daquela tarde incrível em familia, daquela pessoa que já se foi, dos tempos de escola, das brincadeiras, dos amigos que não vê a tempos!

Sou sincera em dizer que sou uma pessoa "meio anti-social", com poucos porém seletos amigos.  Os conto nos dedos de uma unica mão, essa mesma mão que esta sempre disposta a ajudá-los quando em necessidade.

Fica aqui o meu tributo aos meus amigos. Agradeço por existirem, por me salvarem, por me ouvirem (de TPM, de mau-humor, deprê...), por me aconselharem (o mais dificil!), por estarem comigo mesmo que não fisicamente (mas por e-mail, orkut, blog, MSN).

"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!" - Vinicius de Moraes

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Até que o casamento nos separe





Aos marinheiros de primeira viagem, àqueles que pretendem juntar as escovas de dentes e para aqueles que acham que seu parceiro(a) é perfeito(a) eu recomendo assistir esta peça! 
Aos que terão a sorte de verem a peça ainda solteiros, meus parabéns! Aqueles que já são casados vão se identificar horrores com os personagens e as situações que eles vivem! Em cartaz atualmente no teatro Ruth Escobar, a peça "Até que o casamento nos separe", tem em seu elenco Eduardo Martini e Vivi Alfano, que interpretam Otávio e Maria Eduarda que com a maior sinceridade abrem sua vida, cheia de comédia, contrapontos e riqueza de detalhes onde fica absolutamente impossível não se identificar!



Teatro Ruth Escobar
Rua dos Ingleses, 209 - Bela Vista
São Paulo - SP
Telefone: 3289-2358
Classificação Etária: 14 anos
Dias e Horários:
Sextas 21h30 e Sábados 21h
Duração da Temporada:
Até 27 de Novembro
Valor do Ingresso:
R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada).